
Finalmente, chegou!
(obrigada xicó!)
E não podia ter vindo em melhor altura! Com este frio e o fim de semana aqui mesmo, mal posso esperar para me instalar entre mantas e lê-lo com muita atenção.
um Conto de Natal muto lind.
(pró ano, talvez um remake do Música no Coração, mas com crianças delinquentes)
agora que aprendi a pôr vídeos aqui.... este blog mais parece uma montra de electrodomésticos, com dez televisões ligadas em canais diferentes...
Aparentemente, eu é que sou Parva!
Porque ela vai morrer.
Cai no sono a água fria, e ferve, no sono de cal a água
fria: ah, a brusca temperatura, a insensatez
das imagens.
O pêlo negro das mães escorrega na sua cara
de criança voltada.
Só ela tão longamente se voltaria
dormindo,
criança
que se desdobra. Dêem um nome à memória, uma
arrumação sonora que se escreva
e ofusque - um nome
para morrer.
Porque a criança atravessa tudo e já toca no centro de si própria.
Herberto Hélder ( Do Mundo)
" _(...) À noite saimos. Deitamo-nos por baixo das árvores. Tu és uma mulher. Eu fiquei impuro. Tens de me amar por uns tempos!
_ É assim que tu és?...Gosto de ti.
_ Agora o céu está por cima de nós e estamos sozinhos.
_ Mas tens de ficar quieto.
_ Como uma criança!
(...)
_ E se a terra me engolir? Se à noite me arrastarem para um buraco e eu nunca mais voltar?
_ Nunca? (...) "
- Baal e Sophie, do "pobre B.B".
a eterna vénia.
http://www.artistasunidos.pt/hamelin.html


(Stabat Mater, Antonio Tarantino)
